quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Leonor Pinhão ofende mais uma vez a cidade do Porto e todos os Portuenses

Num artigo de opinião sobre a cidade do Porto intitulado escandalosamente "Cidades sem Lei", Leonor Pinhão, a jornalista conhecida por ser adepta ferrenha do Sport Lisboa e Benfica e cuja parcialidade já a levou no passado a fazer outras afirmações igualmente gravosas sobre o Porto e o Norte em geral, mais uma vez resolveu atacar gratuitamente a cidade do Porto, sem qualquer pudor ou fundamento. Usando o pretexto duma guerra interna entre seguranças privados da noite portuense e passando completamente por cima do ultimo relatório do Ministério da Administração Interna de 2006 que determina claramente que Lisboa tem quatro vezes mais crimes que o Porto, a referida jornalista resolve assim difamar uma cidade inteira que sempre foi conhecida pelos seus habitantes como ordeira e pacata e onde em muitas zonas ainda se consegue sair à noite, sem ser assaltado.

COMENTÁRIO DA EDIÇÃO DO JORNAL O PORTUENSE

As pessoas são livres de expressar a sua opinião, desde que não seja de forma difamatória ou injuriosa e não tentem fazer da mentira uma verdade. Pela forma como escreve e as barbaridades que afirma sobre o Porto, fica no ar a ideia que Leonor Pinhão nunca pôs os pés na Invicta. Aliás, fica no ar que Leonor Pinhão não sai sequer de casa, para atrever-se a equiparar desta forma o Porto a uma cidade do faroeste, quando à sua porta tem uma cidade onde a Lei é posta quatro vezes mais em causa.

O Presidente da Câmara Municipal, Rui Rio, devia exigir imediatamente um pedido de desculpas público à referida jornalista.

NOTAS

Leonor Pinhão editou o Livro "Eu, Carolina" e está por detrás do guião do filme "Corrupção", baseado no mesmo.

Nota: Esta notícia teve por base um artigo da edição online do Correio da Manhã. Foi alterado e não reflecte de modo algum o que vinha no original. Pode lê-lo carregando na ligação que se segue:

Ver original do Correio da Manhã

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Apito Dourado: Correio da Manhã volta a tentar implicar o F.C. Porto em crimes


Jornal volta a atacar gratuitamente o Dragão



Noticia publicada nada tem a ver com o F.C. Porto

Usando como pretexto o assassinato ontem à noite do dono da discoteca 'Chic' na zona industrial do Porto, Aurélio Palha, os jornalistas do Correio da Manhã, Tânia Laranjo, Cynthia Valente e o fotojornalista Jose Gageiro, publicaram hoje no referido jornal, mais um ataque gratuito ao Futebol Clube do Porto, tentando arrastá-lo para uma notícia de querelas entre seguranças da noite portuense, fazendo questão em dar à mesma contornos mafiosos mas que, no fundo, nada tem a ver com o Dragão.

Fotografia mostra um líder dos Superdragões

Para que o leitor se aperceba, começam a noticia com uma fotografia da malfadada vítima com um dos líderes da claque dos Superdragões que não esteve envolvido no acontecimento, nem sequer como testemunha, pondo na legenda "Aurélio andava sempre rodeado de elementos dos Superdragões. Na última festa que organizou, estava junto de um dos líderes da claque, o portista Paulo Trilho".

Simpatias clubísticas

Mas o esforço para implicar o Futebol Clube do Porto, neste crime, não se fica por aqui. Um pouco mais abaixo, na mesma notícia, afirmam "um dos mais importantes empresários da noite e incontornável adepto do FC Porto". A que propósito aparecem as simpatias clubísticas da malograda vitima, na narrativa de um assassinato com armas de fogo, apenas quem escreveu o texto saberá.

Tentativa de implicação do líder dos Superdragões

E depois continuam "outra hipótese admitida por próximos de Aurélio Palha era a de que o alvo seria Fernando Madureira, líder da claque dos Superdragões. Minutos antes do crime, deixara o restaurante onde ocorreu o homicídio.". Quem são os "próximos" e a que propósito seria Fernando Madureira o visado, não esclarecem em toda a notícia.

As pretensões de Tânia Laranjo, não se ficam por aqui e não hesitam em colocar em letras garrafais "MADUREIRA ESTEVE COM A VÍTIMA HORAS ANTES", para logo a seguir avançar "Fernando Madureira, líder da claque Superdragões, afecta ao FC Porto".

Tentativa de colagem da noticia ao Futebol Clube do Porto

Em toda a notícia, a relatar a morte a tiro, dum empresário da noite portuense, aparece cinco vezes a palavra "Superdragões" e três vezes "FC Porto". Outras palavras e frases como "ADEPTO DO FC PORTO", "portista", "dragões", "Estádio do Dragão", "Dragão", "A escola gerida pela mulher actuou no Dragão", "Aurélio Palha era adepto “ferrenho” dos azuis e brancos e acompanhava com regularidade a equipa nas suas viagens ao estrangeiro", etc., proliferam em todo o texto. Mais uma vez, qual a intenção de colar esta notícia ao Futebol Clube do Porto, só os autores saberão, dado que Aurélio Palha chegou inclusive a candidatar-se à presidência do Leça.

Correio da Manhã useiro e vezeiro em atacar o FCP

Já não é a primeira vez que o jornal procura arrastar o Futebol Clube do Porto para actos ilícitos, muitas vezes passando por cima dos mais elementares direitos defendidos pela Constituição da República Portuguesa.

Objectivo alcançado

A julgar pelos comentários que se podem ler no site online do referido Jornal, a noticia alcançou perfeitamente os seus objectivos, uma vez que na maioria deles se podem ler as frases "Está instalada a guerra entre máfias do norte", "Faz-me lembrar os gangsters de Chicago nos anos 20 e 30", "Homem de bem rodeado por gente desta?".

Total desrespeito pela memória da vítima

A ser verdade o facto de Aurélio Palha ser adepto do Futebol Clube do Porto, certamente a ultima coisa que queria ver era o seu nome ligado a uma tentativa de arrastamento do seu clube do coração para a lama.

Nota: Esta notícia teve por base um artigo da edição online do Correio da Manhã. Foi alterado e não reflecte de modo algum o que vinha no original. Pode lê-lo carregando na ligação que se segue:

Ver artigo original do Correio da Manha

domingo, 26 de agosto de 2007

Apito Dourado: LPM denuncia coligação para impedir o FCP de se defender

A agência de comunicação pediu a rescisão amigável ao F. C. Porto, por receio de ir à falência, devido a pressões ilícitas que tem vindo a sentir

F. C. Porto não quis comentar decisão da LPM

A agência de comunicação LPM solicitou ao F. C. Porto a rescisão amigável de contrato para a prestação de serviços de assessoria mediática. Em carta enviada à SAD Portista, a empresa de Luís Paixão Martins alega que, por via da ligação ao clube do Dragão, tem sofrido, nas últimas semanas, uma lamentável sucessão de pressões ilegítimas.

"Pela circunstância de estarmos ligados ao Futebol Clube do Porto por um contrato de prestação de serviços de Conselho em Comunicação e Assessoria Mediática temos sofrido, nas últimas semanas, uma lamentável sucessão de pressões ilegítimas.

Não é este o momento adequado para tornarmos público o conteúdo e a forma dessas pressões, mas queremos deixar claro que nunca, nos 20 anos de actividade da LPM, algo de semelhante tinha ocorrido.

Tememos que a continuação do contrato que nos liga ao FCP possa colocar em risco a normal actividade da LPM em prejuízo dos cerca de 70 colaboradores que empregamos e das cerca de 50 instituições que representamos.

Estas circunstâncias levam-nos a solicitar a rescisão amigável do contrato.

No momento em que o fazemos deixamos claro que nada de menos ético – muito menos ilegal - ocorreu no nosso relacionamento com a vossa instituição e que as pressões que têm sido exercidas sobre a LPM, essas sim, pressupõem uma lamentável falta de seriedade de entidades que deveriam dar o exemplo ao País.

A curta experiência de trabalho com o FCP confirmou, infelizmente, o que tínhamos identificado no diagnóstico inicial: existe uma anormal coligação de interesses que procura impedir a expressão pública da vossa instituição, mesmo quando se trata de situações que poderíamos descrever como de legítima defesa.

Nas últimas semanas, porque ocorreram episódios mediáticos (a maior parte sem qualquer intervenção nem do FCP nem da LPM) que mostram quão frágil é o guião construído por esses interesses, foram sendo utilizados sobre a nossa empresa meios, públicos e privados, que relevam sobremaneira o desespero dessas entidades e a falta de consideração pelos princípios éticos que deviam respeitar.

Neste contexto, estamos certos de que compreenderão melhor do que ninguém esta nossa decisão.", terminam assim a carta.

Distracções judiciárias

No mesmo blogue profissional (http//bloglpm.lpmcom.pt) onde revela a carta endereçada à SAD do F. C. Porto, Luís Paixão Martins também denuncia distracções judiciárias.

"[...] Como é do domínio público, o Benfica recorre aos serviços de uma agência de comunicação há mais de dois anos e só agora o F. C. Porto decidiu proceder do mesmo modo. E só agora é que o porta-voz da PJ parece preocupado com o assunto", escreve Luís Paixão Martins.

Actuação da Polícia Judiciária posta mais uma vez em causa

O patrão da LPM, empresa que assessoria o Supremo Tribunal de Justiça e empresas como a Coca-Cola, a Nike, a Macdonald's, o Banco Espírito Santo, entre muitas outras, observa que a "discussão acalorada" em torno do Apito Dourado "está a deixar marcas no processo". "A PJ - concluiu Luís Paixão Martins - esforça-se por me posicionar como uma espécie de Maria José Morgado ao contrário. A procuradora consegue fazer do nada um processo terrível. Eu conseguiria (na visão da PJ) tornar em nada um processo terrível. Haja paciência".

Fonte: LPM

Nota: Esta notícia teve por base um artigo da edição online do Jornal de Noticias. Foi alterado e não reflecte de modo algum o que vinha no original. Pode lê-lo carregando na ligação que se segue:

Ver artigo original do Jornal de Noticias

sábado, 25 de agosto de 2007

Apito Dourado: RTP tenta desviar as atenções de Luís Filipe Vieira

Documentário do Canal Público tenta manipular a opinião pública

Logo a seguir a ter sido tornado público o dossier, elaborado por elementos da Polícia Judiciária no anonimato, que apresenta Luís Filipe Vieira como o verdadeiro vilão do futebol português, associando-o inclusive ao trafico de droga, a RTP resolveu exibir, em 'prime-time', um documentário a atacar despudoradamente Pinto da Costa, intitulado "O bom, o mau e o vilão", (o "bom", como se verá à frente, estava naturalmente a mais ) na que terá sido a peça pretensamente jornalística mais parcial da televisão portuguesa dos últimos anos, em que se pretendeu - e conseguiu - ridicularizar Pinto da Costa, o Porto e desviar as atenções do referido dossier anónimo acima referido.

Desviar as atenções do dossier "Tu, Luis"

É difícil entender que outros motivos possam ter levado a RTP a decidir-se pela exibição em horário nobre de um pretenso documentário que se limitou a recolher e a exibir as piores imagens das últimas três décadas do F.C. Porto, mesmo que não tivessem absolutamente nada a ver com Pinto da Costa (uns dois ou três minutos com o episódio da camisola rasgada de Rui Jorge por José Mourinho, situação em que o presidente do F.C. Porto não foi tido nem achado), numa espécie de "worst off" do F.C. Porto, num momento em que a notícia do dia era o tal dossier anónimo que envolve o presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luis Filipe Vieira, em tudo quanto é negócios ilícitos, quer no mundo do futebol português, quer fora dele.

Difamação ao banqueiro Alípio Dias

Logo no início, a facciosa narradora informa-nos de que os amigos não quiseram falar, porque Pinto da Costa está de relações cortadas com a RTP e a partir daí, como que aproveitando a deixa, tudo serve para deixar mal na fotografia o presidente do F.C. Porto e quem mais se lhe aproxime - lamentável a insinuação sobre Alípio Dias, quando se diz que foi o Crédito Predial Português que prestou a garantia bancária que travou a penhora do Estádio das Antas. Alípio Dias era então presidente do banco e aparece a abraçar Pinto da Costa e logo a seguir a narradora conclui, insinuante "Hoje é presidente do Conselho Superior do F.C. Porto". Espera-se o processo por difamação que poderá apresentar Alípio Dias, um dos empresários mais respeitados do País, contra a RTP, em defesa da sua honra.

Coincidência ou má-fé?

Ao longo de uma hora o tom é sempre de desdém, seja pela imensa série de vitórias nacionais e internacionais da equipa de futebol, que mais não são do que uma nota de rodapé no programa - o que é estranho quando se trata da biografia de um dirigente desportivo - seja pelo gosto por poesia, seja pelas relações afectivas do protagonista, hoje bem conhecidas de todos, quanto mais não seja pelo mediatismo provocado pelo livro agora acusado de ter sido encomendado por Luis Filipe Vieira, "Eu, Carolina". De resto, não deixa de ser sintomático que o único ex-treinador do F.C. Porto a falar no documentário seja Octávio Machado, ele que é o único dos ex-treinadores a dizer mal de Pinto da Costa e que não deixou saudades à grande maioria dos portistas. Bobby Robson, Victor Fernandez, Artur Jorge, Carlos Alberto Silva, Quinito, Ivic, António Oliveira, Fernando Santos treinaram o clube. Todos já tantas e tantas vezes falaram publicamente bem de Pinto da Costa, mas a RTP resolveu só recolher o testemunho de Octávio Machado. Coincidência?

Julgamento sumário em hasta pública

Pinto da Costa apenas está sob investigação. A RTP, no entanto, considera que se trata de serviço público fazer um julgamento sumário televisivo, apresentando uma hora de emissão em que o melhor que se ouve é quando Jorge Costa diz que o F.C. Porto é obra de Pinto da Costa. Goste-se ou não, há muito mais coisas a dizer, como acentuar o sucesso desportivo do clube, as contratações bem feitas, que permitiram, por exemplo, aproveitar Deco e Maniche, dois proscritos do Benfica, fazê-los campeões da Europa e transferi-los por milhões de euros, etc, etc. Isto, sem esquecer José Mourinho, hoje considerado por muitos o melhor treinador do mundo e que Pinto da Costa soube aproveitar, ao contrário de outros dirigentes portugueses.

Já não é a primeira vez que a RTP discrimina o Porto

A perspectiva de serviço público da RTP é tanto mais curiosa se recordarmos que em 2003, no ano em que o F.C. Porto venceu a Taça UEFA, o canal público não transmitiu os jogos em casa do clube, não porque algum concorrente se tenha antecipado e comprado os direitos, mas apenas porque a RTP considerou que era dinheiro mal gasto. O critério, curiosamente, já não foi o mesmo em 2005, quando o Sporting foi à final da Taça UEFA, ou na época passada, quando o Benfica chegou aos quartos-de-final. Neste caso, a RTP até chegou a transmitir as meias-finais na RTP-N porque já tinha comprado o jogo em casa do Werder Bremen, adversário da equipa portuguesa, caso esta tivesse chegado às meias-finais. Isto para não falar do Verão de 2003, quando a RTP se preparava para não transmitir a final da Supertaça europeia, entre F.C. Porto e Valência, alegando, primeiro, que o jogo não era oficial, depois, que não se tratava de final.

Aliás, para que estas coisas sejam realmente transparentes - e a RTP é uma empresa pública, subsidiada por todos nós, com obrigação de boas práticas e contas claras -, a estação deveria, por exemplo, tornar público quanto pagou pela transmissão de jogos do F.C. Porto, do Benfica e do Sporting nos últimos cinco, dez ou 15 anos. Todos perceberíamos melhor o conceito de serviço público para a RTP e o documentário de anteontem à noite.

Rádio Televisão Portuguesa ou Rádio Televisão do Sul?

Face a isto tudo, torna-se claro que a Rádio Televisão Portuguesa é um organismo hostil ao Futebol Clube do Porto e a Pinto da Costa. Sobretudo, quando o providencial documentário é emitido no dia a seguir a ter sido tornado público o dossier anónimo que denuncia Luís Filipe Vieira, como o verdadeiro vilão do futebol português e que vem corroborar muitas das acusações que Pinto da Costa tem feito e, sobretudo, as que foram feitas no depoimento legal de Ana Salgado, contra a equipa encarregada de investigar o caso Apito Dourado, liderada por Maria José Morgado, a quem a testemunha acusou de falta de isenção.

Ver ataque gratuito ao FCP, chamado "O Bom, o mau e o vilão"

Nota: Esta notícia teve por base um artigo da edição online do Jornal de Noticias. Foi alterado e não reflecte de modo algum o que vinha no original. Pode lê-lo carregando na ligação que se segue:

Ver artigo original do Jornal de Noticias

domingo, 19 de agosto de 2007

Apito Dourado: Luís Filipe Vieira desmascarado por dossier anónimo

O feitiço voltou-se contra o feiticeiro

Um conjunto de funcionários de investigação da Polícia Judiciária, em respeito pela memória de muitos dos excelentes funcionários que a serviram e tendo por objectivo a descoberta da verdade dos factos, decidiu entregar há dias ao Procurador-Geral da República um dossier contendo gravíssimas acusações, não só contra as equipas de Maria José Morgado e Carlos Teixeira, como também contra Luís Filipe Vieira, actual presidente do Sport Lisboa e Benfica e outrora do Alverca. De recordar que já o Benfica tinha entregue um em 2006 à Procuradoria-Geral da República.

MP acusado de praticas pidescas e dualidade de critérios

Num texto de 26 páginas com o timbre da Polícia Judiciária, os referidos elementos denunciam dualidades de critério incompreensíveis num estado democrático e práticas infames e desprezíveis, como as tentativas de aliciamento ao empresário António Araújo e a Filomena, ex-mulher de Pinto da Costa, para que ambos imputassem responsabilidades ao Presidente do Futebol Clube do Porto, em troca do arquivamento dos seus processos.

Autores do documento dispostos a apresentar provas

Os elementos da PJ que fizeram o dossier garantem que os depoimentos que recolheram são puros e verídicos, pois não houve qualquer tipo de manipulações, nem prévios treinos, contrariamente ao que foi feito com Carolina Salgado, que segundo eles viu o seu depoimento conduzido por um elemento da equipa de Morgado, através de linguagem gestual. Afirmam possuir gravações de imagem e som, bem como documentação que comprova o que nele está exposto e avançam que estarão disponíveis para as ceder, desde que vejam que o sentido a dar aos casos nele denunciados seja o da verdade e da justiça.

O primeiro dossier anónimo foi entregue à PGR pelo Benfica

Neste caso, pode-se dizer que o feitiço virou-se contra o feiticeiro, porque tal como foi relatado pelo Correio da Manhã, no dia 8 de Setembro de 2006, às 18h00, "Tinoco Faria, presidente da Mesa da Assembleia Geral dos ‘encarnados’, entregou na Procuradoria Geral da República um dossiê com 250 páginas sobre o processo ‘Apito Dourado’". Esse dossier, também ele anónimo, foi primeiro endereçado a Luís Filipe Vieira que depois o fez chegar a Tinoco Faria.

Fonte:
Dossier "Tu, Luis" em pdf
Dossier "Tu, Luis" em html

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Apito Dourado: Leonor Pinhão confirma acusações de Pinto da Costa


Leonor Pinhão confessa que foi paga para editar o livro "Eu, Carolina"

Numa longa entrevista ao Correio da Manhã, Leonor Pinhão, jornalista recentemente acusada por Pinto da Costa de estar por detrás do livro “Eu, Carolina”, conjuntamente com Luís Filipe Vieira, presidente do Sport Lisboa e Benfica, inadvertidamente descaiu-se e acabou por confessar ao CM a sua intervenção no livro, que foi editado por si, a expensas da D. Quixote.

Com frases como ”o livro passou-me pelas mãos antes de ser editado”, "fui contratada pela D. Quixote para fazer o trabalho de edição de um livro”, “Fiz a revisão do livro, fui paga para isso”, Leonor Pinhão confirma assim as acusações que fez Pinto da Costa, presidente do Futebol Clube do Porto e que esta desde o aparecimento do livro sempre tentou negar, como por exemplo ano passado ao Sportugal, onde chegou a referir como disparate (citando Leonor Pinhão) quer o seu envolvimento, quer o do Benfica, através de Luís Filipe Vieira, em todo este enredo em que se tenta, há muito, envolver o Presidente do Futebol Clube do Porto.

Leonor Pinhão discutiu o livro com Luis Filipe Vieira, antes de ser publicado

Em resposta à pergunta especifica “Teve alguma conversa com o dirigente do Benfica, sobre ‘Eu, Carolina’, antes da chegada do livro à editora?”, voltou a descair-se ao ponto de admitir “Discuti a publicação do livro com mais de 500 pessoas.”, deixando bem claro que não só falou com Luís Filipe Vieira como ainda com outras 499 pessoas sobre o livro que foi paga para editar, confirmando assim uma vez mais não só o seu envolvimento, como as acusações de que Luís Filipe Vieira também está por detrás do livro.

Leonor Pinhão ataca o Norte

Mesmo depois de ler escutas nos jornais que comprovam que Luis Filipe Vieira esteve directamente envolvido nas escolha do árbitro que apitou o Benfica-Belenenses para a meia final da Taça de Portugal de 2003/2004, Leonor Pinhão, não tem dúvidas e considera que Luís Filipe Vieira e o Benfica estão à margem deste processo. Para a jornalista, pelo visto, o facto do árbitro João Ferreira ter sido escolhido pelo presidente do seu clube, entre 6 outros árbitros, não é relevante.

Aliás, numa atitude bairrista, terminou afirmando que a corrupção é uma questão do Norte, "concentrada e localizada". Afirmou que "Em Portugal, há um sentimento de subserviência e medo dos poderosos" esquecendo-se que o poder está em Lisboa. E argumentou que "Nos últimos 25 anos, criou-se uma estrutura de poder a norte que criou a ideia de impunidade total sobre si própria e que está em cheque de há dois anos para cá.". Depois disto, da entrevista dela fica no ar a dúvida se todo este processo não se tratará precisamente disso, de centralizar uma das poucas estruturas que em Portugal não está centralizada em Lisboa a 100%.

Nota: Este artigo teve por base um artigo da edição online do Correio da Manhã. Foi alterado e não reflecte de modo algum o que vinha no original. Pode lê-lo carregando na ligação que se segue:

Ver artigo original do Correio da Manha

Apito Dourado: Segurança de Luís Filipe Vieira acusado pelo Ministério Público

Caso das agressões feitas por seguranças do Benfica no aeroporto de Lisboa

Um dos seguranças da SAD do Sport Lisboa e Benfica envolvidos no episódio das agressões que ocorreram durante a chegada a Portugal do guarda-redes do Benfica Moretto, a 2 de Janeiro do ano passado, foi agora acusado pelo Ministério Público (MP) de um crime de ofensa à integridade física. A vítima foi Vítor Dinis, o emigrante português no Brasil que viajou com o futebolista.

A cena rocambolesca, recorde-se, passou-se à chegada ao aeroporto da Portela, em Lisboa. Vítor Dinis foi agredido por pessoas ligadas ao Benfica, facto que ficou inclusive registado em imagens televisivas e fotografias na imprensa.

O Ministério Público optou por acusar formalmente José Fernando Silva, 40 anos, com profissão oficial de "técnico na SAD do Benfica". Do arguido agora acusado pelo DIAP de Lisboa sabe-se, também, que é primo de José Veiga, o ex-empresário e até há poucas semanas gestor do futebol do Sport Lisboa e Benfica.

Testemunhas arroladas pelo Ministério Público no caso são o próprio atleta, Moretto, e Luís Filipe Vieira. O arguido agora acusado pode requerer abertura de instrução, para tentar evitar ida a julgamento. A vítima, por seu lado, pode pedir uma indemnização.

Nota: Este artigo teve por base um artigo da edição online do Jornal Noticias. Foi alterado e não reflecte de modo algum o que vinha no original. Pode lê-lo carregando na ligação que se segue:

Ver artigo original do Jornal de Noticias


Uma verdade incontestavel no Jornal O Jogo...